NÚCLEO Pensamento
& Ação - mais de 12 anos dedicados a soluções Caro leitor, Hoje é dia de concluir um mês, o primeiro mês do ano. Como tantas coisas da vida, há vários ciclos acontecendo ao mesmo tempo, de modo que experimentemos aberturas e fechamentos constantemente. A metodologia de Coaching que usamos no Núcleo também é um ciclo - baseado em muitos estudos de como as pessoas fazem mudanças profundas. Falar de cada influência que acabou se incorporando na criação do nosso Ciclo de Coaching seria motivo de uma longa conversa. Descobri-me usando uma metáfora para o processo de Coaching dentro de um ciclo, que aqui compartilho com você, querido leitor. O Autor Convidado do Mês é Keith Davis - nenhuma coincidência no fato do sobrenome ser igual ao meu, é meu pai mesmo. Ele já esteve aqui no newsletter no final do ano 2005 com uma crônica "Atos Bondosos". Nesta edição, ele retorna escrevendo sobre gentileza. Meu pai visitou a China em 1991 - na ocasião ele conheceu sua atual esposa LiLing e pôde experimentar o contraste de culturas, tema que também fascina esta sua filha. Bom proveito! Um abraço, Arline Davis Recebeu "Coaching Moments" através de um re-envio? Cadastre-se para receber todo mês no site: www.pnlnucleo.com.br/cadastro.asp Coaching Moments Janeiro 2008:
Passar pela experiência de coaching é como a construção de uma casa. Trabalhar com um Coach tem a ver com querer realizar um grande desejo. É como ter a idéia de construir uma casa. Se chegou a essa idéia, já existe uma imagem mental do que seria bom em termos de um novo lar, já existe o desejo de fazê-lo acontecer. Mas agora chega a hora de construir, de verdade, a estrutura real e concreta. Numa fase inicial, fazemos uma Avaliação, olhando o terreno, testando o solo, tomando conhecimento do sítio em que estaremos levantando a estrutura. Na fase de Construção, estamos criando alicerces sólidos e fortes (para o cliente de coaching isso significa trabalhar valores e propósito de vida) para que a casa a ser levantada fique firme e forte. Uma vez pronto o alicerce, podemos construir um andaime - isto seria a fase de Formulação, em que criamos metas bem formuladas. Quando o andaime estiver bem colocado, temos condições de, finalmente, entrar em uma fase de execução, que é a fase de Implementação. As paredes vão subindo, os pisos são instalados e, passo a passo, a casa vai ficando pronta. Então, chegamos ao ponto em que a casa está pronta para ser habitada. Morar em uma casa grande pode ser uma mexida e tanto! Tudo depende do quanto a nova casa representa transformação, se comparada com a antiga. Talvez seja criticamente importante uma preparação para ir morar neste novo lugar. Este momento é a fase de Transformação, em que examinamos e remodelamos crenças limitantes, auto-conceito e todo tipo de padrão que pede mudança para acompanhar o novo jeito de viver. Quando esta transformação tiver acontecido, finalmente estaremos prontos para chegar e deixar tudo assentar na nova casa, e convidamos as pessoas mais queridas para o grande ritual de inauguração em que celebramos o novo lar. Reconhecemos que ainda faremos mais mudanças na nova casa. É possível ter-se uma visão das próximas reformas e aprimoramentos, quando de novo estivermos com vontade e pique para mexer no lugar que habitamos. Assim, concluímos o processo com a fase de Consolidação no coaching, encerrando o ciclo, com comemoração, parabéns e reconhecimento de grandes ganhos e um vislumbre do que mais pode ser acrescentado no futuro. Em inglês, imobiliária é "real estate". Traduzindo ao pé da letra, seria "estado real". Isto é, de verdade, toda nossa intenção na parceria de coaching... a casa da metáfora é criar para sim mesmo o "estado real", aquilo que realmente merece, digna de você e de grande valor, ainda mais quando se olha para trás e veja o quanto realizou no processo. Espero que a metáfora proporcione novos insights a respeito do nosso processo de coaching. Realmente, os clientes de coaching fazem uma grande proeza ao realizar mudanças nas suas vidas e merecem ser reconhecidos naquilo que estão fazendo.
"Nada seria feito se todos esperassem até ter certeza de fazer tão bem feito que ninguém conseguisse botar defeito." Cardeal John Henry Newman, 1801-1890
Recebi várias vezes, no final do ano passado e início deste ano de 2008, uma linda mensagem sobre "Ações positivas para 2008!". Para minha felicidade, a mensagem é sobre ações positivas para o meio-ambiente, assunto que toca meu coração. Fiquei curiosa, procurei o website dos autores e o encontrei: http://www.mudeomundo.com.br/ Eles não somente produziram uma peça linda para a abertura do ano como também têm um projeto lindo, descrito nas palavras a seguir: "Mude o Mundo é um blog feito para divulgar e discutir idéias e práticas por um mundo sustentável, que podem ser adotadas por pessoas comuns. Nada de idéias mirabolantes ou discursos inflamados; o que propomos aqui são simples mudanças de atitude que podem fazer a diferença no futuro do planeta. O blog não tem fins lucrativos ou relação com os produtos e empresas aqui apresentados. Muito obrigado, e tenha um ótimo dia! :)" Fica aqui uma recomendação de uma visita!
Gentileza Aqui estamos no auge da evolução tecnológica e mesmo assim, sou lembrado, de tempos em tempos, das consequências que resultam de falhas de tecnologia. Um lembrete desses aconteceu durante uma rara falha no sistema elétrico que deixou apagado um sinal de trânsito (em Santa Rosa, Califórnia). Me lembrei de um cruzamento na cidade de Guangzhou, China, onde o movimento de carros é enorme, mas flui eficientemente sem nada de nossos modernos sinais de trânsito. Os carros que vinham em uma direção tinham passagem livre e depois, por meio de algum tipo de gentileza mútua nas entrelinhas, de repente, um fio de carros vindo da outra direção ganhava a passagem. Assim seguia o fluxo, um fio de carros e caminhões, mais ou menos 40, de uma direção e depois um fio de carros e caminhões vindo da outra direção. Mas, o resultado de um apagão de luz em Santa Rosa, California acabou em um engarrafamento desesperador. Isto, porque nós que estamos acostumados com os benefícios de sinais de trânsito modernos e automatizados, não sabemos o que fazer sem eles. Sem o sinal para controlar o fluxo de trânsito, cada carro esperava no cruzamento a tomar sua vez para atravessar, um por um. Houve uma grande retenção, já que levava bastante tempo para um só carro passar pelo cruzamento e em seguida fazendo rodízio pelas demais quinas do cruzamento. Na verdade, era bem engraçado observar o sistema moderno daqui falhando e se atrapalhando comparado com a gentileza e forma cortês do trânsito se organizar em Guangzhou em 1991. Este Natal eu dei de presente um lampião para a família do meu genro, recém-chegada direta da China - presente que reflete minha resistência à dependência de tecnologia - um lampião que lhes dará luz quando (vai acontecer um dia) houver um apagão na cidade deles, em San Francisco, Califórnia.
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