NÚCLEO Pensamento
& Ação - mais de 10 anos dedicados a soluções Caro leitor, Estou escrevendo estas linhas em Abano Terme, Itália, onde estou participando do 20o Sommerkamp da Metaforum para Comunicação. Esta semana e na próxima, estarei fazendo cursos e no final de semana que vem, estarei apresentando a minha palestra sobre "Comunicação e Design de Treinamento para a Jornada do Aprendiz". Também estou tendo a oportunidade de apresentar um seminário de dois dias sobre "Formas de Expressão para cooperação e empatia em relacionamentos pessoais e profissionais". Sigo daqui da Itália para Portugal, que vou conhecer pela primeira vez, e vou dar três dias de um curso de Practitioner em Lisboa. Mesmo estando longe do meu povo do Brasil, estou pensando em vocês e produzi o newsletter do mês com maior afeto. Um abraço, Arline Davis Recebeu "Coaching Moments" através de um re-envio? Cadastre-se para receber todo mês no site: www.pnlnucleo.com.br/cadastro.asp Coaching Moments Julho 2007:
Segundo condições de boa formulação de metas no modelo da PNL, é importante que uma meta seja: Expressa em linguagem afirmativa (o que quer em vez do que não quer) Específica (Clara) Mensurável (Há feedback no final e durante o processo) Contextualizada (dizemos onde, quando e com quem) Ecológica (harmoniza-se com os interesses de nossas partes internas e com partes interessadas de nosso sistema familiar, ou equipe, etc.) Conseguimos formular, facilmente, algumas metas de forma específica, clara e mensurável, por exemplo: Pesar "X" quilos até 30 de setembro de 2007 Reduzir absenteísmo no setor em 20% até julho de 2007 Tirar um mínimo de 21 dias de férias até o final do ano Aumentar o fôlego até poder correr 5 quilômetros, cinco vezes por semana. Mas, o que fazer quando um cliente tem uma meta mais parecida com esta: "Eu tenho idéias durante as reuniões de nossa equipe, mas acabo não dizendo na hora por medo de críticas. Quero poder compartilhar a minha idéia, mesmo que isso signifique ouvir uma crítica." Em primeiro lugar, sabemos que a pessoa já estaria fazendo sua meta acontecer se já tivesse acesso aos recursos pessoais necessários. Em um trabalho de coaching ou sessão de PNL, já sabemos que vamos buscar identificar os recursos que fariam a diferença. Mas, antes de escolher recursos e transferir recursos para o contexto problemático, precisamos ter como avaliar se os trabalhos de coaching e/ou PNL vão dar condições para a pessoa mudar de comportamento. Então, podemos usar a estratégia de "test case". O que seria um contexto e novo comportamento que serviria para verificar que a mudança foi realizada? Este cliente pode dizer, "Bom, se Fulano e Sicrano (que já criticam idéias bastante) estiverem numa reunião comigo, com o chefe presente, e todos estão expondo suas idéias e eu consigo pedir a palavra e expor a minha idéia e manter a minha auto-confiança enquanto estão comentando a minha idéia, eu terei realizado a mudança." Perguntaríamos: "Se você tivesse que fazer isso agora mesmo, sem mais nenhuma preparação, poderia fazer tranqüilamente? Experimente uma cena de você se comportando assim, agora mesmo, com atual nível de preparação e habilidade... como você se sairia?" Esperamos ouvir algo do gênero: "Deus me livre!" "Sinto medo." "Não dá." "Faria, mas tremendo por dentro." Todas estas respostas servem para medir o que chamamos o Estado Atual. O mero fato de pensar no teste já leva a pessoa a sentir sua falta de recursos. Depois das intervenções do Coach ou Practitioner, podemos testar o trabalho, perguntando: "E agora que você já tem acesso a estes recursos, com uma nova percepção, imagine-se no contexto do teste que fizemos antes, em que você tinha aquela resposta, como você pode responder agora?" E se o cliente, em seu "ensaio mental" do teste, puder se imaginar, de forma bem real, respondendo da forma desejada, sabendo que aquele estímulo que antes provocava desconforto ou sentimentos desagradáveis, agora o faz experimentar preparação e amparo em termos de recursos pessoais, sabemos que passou pelo teste mental para avaliar nível de prontidão para realizar a mudança proposta. Saindo da sessão, o cliente pode combinar com o Coach uma data em que testará suas novas habilidades e percepção - sua tarefa até o próximo encontro. Assim, uma mudança de algo subjetivo pode ser expressa de forma clara, específica, avaliada e testada na vida real do cliente. Fora do uso em sessões de coaching, você mesmo pode usar esta estratégia de inventar um teste para saber se já incorporou a mudança desejada. Sempre que você fizer o "ensaio mental" e notar que não se sente preparado ou respaldado por recursos, pode se perguntar, "Que recurso eu preciso para poder responder do jeito que desejo neste contexto?" Esta pergunta poderosa que pode fazer para si mesmo já vai longe para botar o seu foco de pensamento no lugar certo. Arline Davis realiza
Coaching de Vida e Executivo e conduz neste mês, o workshop "Um
Giro na Roda da Vida", em que os participantes passam um fim de semana em
vivências para aumentar a energia em todas as áreas da Roda da
Vida.
"A inteligência
é como a Bela Adormecida, Rubem Alves
Uma revista digital de Ambiente, Educação e Cidadania, com notícias e artigos.
A importância da sua Primeira Impressão na profissão Por Jürgen Trautner Há algum tempo que nas empresas se diz que o aspecto pessoal é o mais importante. A pessoa que tem uma primeira impressão boa tem mais oportunidades. É um fato evidente que, nos últimos anos, as pessoas obtêm uma formação profissional melhor e as diferenças entre as formações delas é menor. Sendo assim, se torna ainda mais importante você saber como ter a primeira impressão ainda mais positiva. O setor de Recursos Humanos é responsável por selecionar as pessoas mais qualificadas. A questão é: Como o RH pode fazer isso? Uma possibilidade será o RH buscar nos documentos exigidos e encontrar uma pequena diferença. E você acha que a probabilidade será muito grande em escolher a pessoa certa assim? Outra possibilidade mais adequada é selecionar as pessoas dependendo da primeira impressão. Vemos o seguinte caso: A primeira pessoa é muito tranqüila, reservada e não gosta de discutir com outras pessoas. A segunda pessoa é muito aberta, gosta de falar com pessoas e parece muito simpática. Para (tirei a palavra "escolher) um emprego que não tem muito contato com o público, a primeira pessoa será apropriada. Uma pessoa extrovertida, por outro lado, será muito mais feliz e bem sucedida para trabalhar com outras pessoas e com clientes. Do ponto de vista do RH, para encontrar a pessoa certa para o lugar certo é importante considerar a personalidade e esta se mostra através da "Primeira Impressão". Estudos dizem que nos primeiros trinta segundos de um encontro a primeira impressão pode ser decisiva para seu sucesso. Da perspectiva do candidato ao trabalho, o mais importante é adotar uma atitude mental positiva transformando você mesmo no seu "Cartão de Visitas". Diz um ditado que "A primeira impressão é a que fica" e normalmente, não se terá a segunda chance de causar uma boa primeira impressão. Não lhe parece importante um profissional aprender a criar uma boa primeira impressão? Jürgen Trautner, está há 8 anos atuando como Coach Pessoal e Empresarial, tendo 20 anos de experiência como trainer em comunicação e desenvolvimento da personalidade. Diretor do Instituto INVEDA de Neurolingüística. Master Trainer em PNL, Fellow Member Trainer IA-NLP(Suíça). Apresenta seu curso sobre Primeiras Impressões em agosto de 2007. Informações no site www.inveda.com.br
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