O Newsletter do NÚCLEO Pensamento & Ação  
Setembro 2006 - Ano 3, No. 9

NÚCLEO Pensamento & Ação - 10 anos dedicados a soluções 
em desenvolvimento pessoal e profissional

Caro leitor,

Escolher o que escrever a cada mês é um processo interessante. Freqüentemente, acabo escrevendo sobre algo que me encontrei falando durante um seminário em algum lugar, com uma inspiração especial. Este mês, vou compartilhar com vocês um enfoque de relacionamentos que eu tive em um curso de Comunicação e Feedback. Para comunicar e dar um bom feedback é importante administrar os modelos mentais e estados emocionais que acessamos na hora de dar um feedback corretivo, porque, se você está exageradamente aborrecido com a pessoa na hora de sentar para conversar, por mais que pretenda educar com seu feedback, acaba deixando a bronca transparecer pelas palavras ou linguagem não verbal. Tive tanto para compartilhar que vou fazer isso em duas partes, a primeira para este newsletter de setembro e a segunda parte para o newsletter de outubro. O convidado do mês é o mesmo do mês passado, pois temos a segunda parte do artigo do Jeffrey J. Mayer, “As 13 Características de Pessoas de Sucesso”. Bom proveito!

           

Um abraço,

Arline Davis
Diretora Executiva
NÚCLEO Pensamento & Ação

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Coaching Moments Setembro 2006 :

  1. "Um Toque de Inteligência Emocional nos Relacionamentos" por Arline Davis
  2. Pensamento Poderoso do mês: Henry Ford
  3. Link bacana
  4. Autor Convidado do Momento: Jeffrey J. Meyer
  5. Calendário  

  Um Toque de Inteligência Emocional nos Relacionamentos
 
Por Arline Davis

Sabe o que gera a maior chateação em nossos relacionamentos? Quando o outro não se comporta como gostaríamos que se comportasse. Sabemos que isso está acontecendo quando um outro importante em nossa vida, cônjuge, filho, parente, colega, chefe, colaborador, etc., tem um determinado comportamento que julgamos e rotulamos de forma negativa. Com isso pensamos sobre o que o outro fez – e que não podia ter feito – e não admitimos que isso tenha acontecido. Aí aparece uma emoção, que pode ser bem intensa, de raiva, profunda irritação, tristeza, desprezo, frustração e outros.
                               
Avaliando situações como essas na linguagem da Programação Neurolingüística, nós temos modelos de mundo, ou nosso “mapa” de mundo, que nos orienta a respeito do que achamos certo e errado, desejável ou indesejável. E embora cada um tenha seu próprio “mapa”, pois criou isso de forma singular a partir de experiências e processos de percepção pessoais, é comum confundir nosso mapa com o território. Aliás, um grande lema da PNL é: “O mapa não é o território”.

Outro princípio da PNL que toca nesse assunto afirma, “Todo comportamento tem uma intenção positiva”. Isto segue a linha do pressuposto da PNL que diz que a mente humana é sistêmica e busca meios de manter estados desejados de equilíbrio. Todo comportamento, mesmo que nós não entendamos o seu propósito, está buscando acrescentar algo para nós em termos de ganhar algo que acreditamos ser possível (veja bem, este acreditar pode ser profundamente inconsciente). O comportamento de uma pessoa só pode ser entendido se quem avalia compreender qual é o modelo de mundo dela, a percepção que ela teve no momento de agir, o estado emocional que ela estava e o que ela estava tentando realizar naquele momento. Isto já é um montão de compreensão!

Reconheço que o assunto é de uma complexidade, mas vamos dedicar algumas linhas aqui para uns instantes de reflexão. Este mês, vamos falar de uma “cura” para crenças irracionais e no mês que vem, vamos aprofundar no assunto de intenção positiva.

Sabemos o quanto é importante colocar-se no lugar do outro nos relacionamentos. É só que este colocar-se no lugar do outro pode ser feito com uma verdadeira disposição para aprender e compreender ou uma tentativa de confirmar nossas convicções, ou toda a graduação de atitudes no meio do continuum entre estes dois extremos. Merecemos amparo!

Então, vamos para um momento de coaching. Em primeiro lugar, acreditar que o outro tem que fazer o que você quer que faça, como você quer que faça, é uma crença irracional, uma crença absolutista. Muitos coaches usam o trabalho de terapia comportamental racional-emotiva de Albert Ellis para lidar com crenças deste gênero, quando o indivíduo demanda que o mundo corresponda às suas exigências. Tire o rótulo negativo que você dá ao comportamento, por exemplo:  “Que falta de respeito!” e lide somente com o comportamento em si (atrasar 45 minutos para uma reunião). Tratamos de disputar a crença irracional, de forma provocativa, com algumas perguntas do tipo:

  • É racional você acreditar que uma pessoa não pode se comportar assim?
  • É lógico você acreditar que uma pessoa não pode se comportar assim?
  • Muda alguma coisa você acreditar que uma pessoa não pode se comportar assim?
  • É produtivo você acreditar que uma pessoa não pode se comportar assim?
  • Pode comprovar que uma pessoa tem que se comportar assim?

Você vai notar que a sua crença vai abrandando com estas provocações. Mas isso não quer dizer que você não deva se importar com seus valores e posições na vida. A “cura” é de acompanhar nosso próprio modelo de mundo afirmando nosso valor e preferência. Segundo o modelo de Albert Ellis, vamos começar afirmando:

Eu prefiro que a pessoa (descreva o comportamento que você gostaria que ela tivesse)....

Agora, com a intenção de diminuir o pensamento catastrófico:

... mas se não acontecer, não é um nenhum destastre!

Mais uma vez, para você validar seu modelo de mundo:

É um inconveniente (ou um desafio)!

E para arrematar, afirmando um valor de altíssimo nível seu, para você saber que estará fiel aos seus princípios:

Mas, eu vou continuar sendo uma pessoa...(fale algumas qualidades de alto nível, princípios de vida que você tem).

Agora, fale tudo junto, com uma grande frase. Lembre, a frase vai funcionar somente depois de disputar a crença irracional com aquelas perguntas.

Por exemplo:

Eu prefiro que meu colega chegue pontualmente às reuniões. Mas se não acontecer, não é nenhum desastre. É um inconveniente! Mas eu vou continuar sendo uma pessoa dedicada e engajada no trabalho.

Eis o processo de coaching de nosso newsletter de setembro. Fique ligado para uma continuação do assunto para o newsletter de outubro!

Arline Davis é Treinadora Internacional e Coach, especialista em PNL. Ela e sua equipe do Núcleo Pensamento & Ação realizam cursos de formação, oficinas e sessões individuais de PNL.

Fazer Coaching de Vida é uma maneira de você otimizar o uso dos recursos que você tem para formular metas e comunicar-se com eficácia - consigo mesmo e com os outros.

Para informações e agendamento, lique para (21) 2511-1869 ou mande e-mail para nucleo@pnlnucleo.com.br.

Informações no site www.pnlnucleo.com.br 

 

  Pensamento Poderoso do mês:

 “O fracasso é uma oportunidade de recomeçar... de forma mais inteligente.”

Henry Ford

 

  Link bacana:

Visite o site lime.com e encontre quatro salas de meditação:  flores, floresta, água e zen. Há fotografias lindas e música suave para você meditar.

http://www.lime.com/meditation_room 

 

  Autor Convidado do Momento: 
 Jeffrey J. Meyer

AS 13 CARACTERÍSTICAS DE PESSOAS DE SUCESSO (parte 2 de 2)

(continuação da edição Agosto)

6. Pessoas de sucesso assumem a responsabilidade por suas ações.
Elas não dão desculpas e não culpam os outros. Não ficam lamuriando e se queixando.

7. Pessoas de sucesso procuram soluções para seus problemas. 
Elas ficam atentas às oportunidades. Quando vêem uma oportunidade, aproveitam.

8. Pessoas de sucesso tomam decisões.
Elas pensam sobre o assunto e os fatos relevantes, fazendo boas considerações e uma boa deliberação e decidem. Assim, as decisões não são adiadas ou postergadas, são trabalhadas para já!

9. Pessoas de sucesso tem a coragem de admitir seus erros.
Quando você cometer um erro, admita. Conserto-o e siga em frente. Não gaste muito tempo, energia, dinheiro e/ou outros recursos tentando defender um erro ou decisão ruim.

10. Pessoas de sucesso sabem contar consigo mesmas.
Elas têm as habilidades, talentos e treinamento necessários para alcançar o sucesso.

11. Pessoas de sucesso possuem conhecimentos, habilidades e talentos específicos.
Elas sabem identificar o que precisam saber para serem bem sucedidas. E quando não têm o que precisam, encontram alguém que tem.

12. Pessoas de sucesso trabalham junto e colaboram com outras pessoas.

Elas têm personalidades positivas e são sociáveis. Elas se cercam com pessoas que oferecem apoio, ajuda e estímulos positivos. São líderes.
13. Pessoas de sucesso são entusiasmadas.
São animadas com aquilo que estão fazendo e esta energia é contagiosa. Atraem pessoas que querem trabalhar junto, fazer negócios e estar junto.

“Reproduzido com permissão do newsletter Succeeding in Business, disponível no site www.succeedinginbusiness.com

Jeffrey J. Meyer www.SucceedingsInBusiness.com
+1 (312) -944-4184

Arline Davis é Coach e formadora de Coaches. Ela convida seus clientes a "encontrar uma brecha e se meter nela para agir", pois adora fazer um projeto de vida acontecer. Para os interessados em sessões de Coaching, peça informações no e-mail nucleo@pnlnucleo.com.br e também pelo telefone (21)2511-1869.

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